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sábado, 7 de julho de 2012

O que é a armadura de Deus exatamente?

Quando o Senhor fala através dessa palavra, Ele nos convida para alguns desafios, tal como de início cobrir nossas costas com a verdade. Essa vestimenta é resistente contra as flechas do diabo, portanto devemos praticar a verdade para que não haja qualquer acusação sobre nossas costas, nenhum fardo de falso testemunho.
Cabe a nós também a couraça da justiça, usando-a não devemos ser críticos, mas justos em nosso entendimento, atitudes e conclusões. Nisso está examinarmos nossa própria conduta e ensinar aos outros, baseados na Palavra e nas nossas experiências com amor o melhor a se fazer. Podemos tomar como exemplo a mulher adúltera em Mateus que foi salva a partir da justiça de Jesus Cristo quando Ele perguntou para o povo quantos ali não tinham pecados e então atirassem as pedras os que estavam isentos do título de pecador. A justiça salva as pessoas.
Vem então os calçados do evangelho da paz. Este se encontra em uma posição estratégica diante do evangelismo que não desencadeia guerra, mas que dissemina o amor de Jesus Cristo que foi morto numa cruz por toda uma humanidade. Sendo nós justificados por tal coisa, devemos fugir de entrarmos em brigas, mas revelarmos a a sensatez que há em ser cristão, usando de coerência e indo por todo lugar guiados pelo evangelho que restaura e não destrói.
O escudo da fé porque o nosso coração é enganoso, e dele provém tanto os maiores exercícios da fé, quanto a maior possibilidade de queda dela. A fé é crer naquilo que não se pode ver e executar a nossa fé é um repelente contra os dardos inflamados do inimigo. É por isso que somos advertidos a nos protegermos com a nossa fé, ela é o que alegra o coração de Deus e nisso o nosso Pai Celestial tem prazer. Ao termos fé somos automaticamente cobertos e guardados pelas fortes mãos do Criador, sem tal sentimento é impossível agradar a Deus.
Quando nos é dito para que tomemos também o capacete da salvação, diz respeito à uma conexão dos nossos conceitos, princípios, personalidade e caráter, esses concentrados em nossas mentes, com o alvo da salvação que é subir aos céus quando Cristo voltar. Eis aí a conversão, quando o que nós somos como cabeças da nossa vida é transformado pela esperança da salvação e pelo caminho que deve ser trilhado para mantê-la viva.
É importante que empunhemos a Palavra de Deus como principal método de combate e força. Esta não é uma espada comum, mas uma espada afiadíssima com dois gumes que possa transpassar a divisão de uma alma e ao mesmo tempo ferir e destruir nossos inimigos que não são carne e nem sangue, mas são principados e potestades malignas.
Finalizamos assim, com a ideia de que sejamos chamados para algo que está acima de um dom, mas que consiste na propriedade de crer e fazer exercício do evangelho da cruz, também exemplificarmos com as nossas vidas o Cristo ressurreto que vive entre nós e nos dá poder para que quando abrirmos nossas bocas, vejam claramente a confiança no mistério do evangelho. Não acorrentados, mas libertos e declarantes dessas coisas que nos foram ditas através da Bíblia Sagrada que nos faz livres e pregadores da Palavra de Deus em potencial.

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